APRESENTAÇÃO

 

                  “O Clube do Choro de Brasília, é uma Sociedade Civil sem fins lucrativos, que tem por finalidade promover o ensino, a preservação, o desenvolvimento e a divulgação da musica popular brasileira, especialmente o gênero “Choro”, estimulando a organização de conjuntos musicais, realizando concertos, recitais, espetáculos musicais, palestras, organizando bibliotecas e discotecas, colaborando para o desenvolvimento das artes e com o Governo na formulação e execução da política de apoio ao setor cultural e além disso, incentivando o intercâmbio com instituições similares do Pais e no exterior, podendo, para tanto, celebrar convênios, acordos, contratos, ajustes e termos com quaisquer organismos, entidades, instituições ou empresas, nacionais ou internacionais.”

                                Em três décadas e meia de atividades, o Clube do Choro de Brasília passou de local de encontros de músicos e aficcionados nos finais de semana à condição de pólo cultural nacionalmente conhecido e respeitado. Nas palavras do jornalista e historiador da MPB Sérgio Cabral, é atualmente “uma das instituições culturais mais importantes do país”. Através de projetos temáticos anuais, o Clube já homenageou Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Chiquinha Gonzaga, Waldyr Azevedo, Ernesto Nazareth, Villa-Lobos, Ary Barroso, Tom Jobim, Garoto, Radamés Gnatalli e Dorival Caymmi. Todos tiveram sua obra revista e atualizada naquele que se constitui hoje o projeto de música instrumental mais duradouro e bem sucedido do país. Nos últimos 15 anos, o Clube do Choro de Brasília foi palco de aproximadamente 1.500 shows, assistidos por platéias que somadas chegam a 500 mil pessoas, número multiplicado pela audiência das tevês públicas que retransmitem sua programação para todo o Brasil, países do Mercosul e nações de língua portuguesa.

                                O presente Relatório de Atividades, referente ao período de 1997 a 2014. Durante esse período foram realizados 18 projetos de musica instrumental que contaram com a participação de 1.543 musicos convidados de outros Estados de 2.792 musicos de Brasilia cuja participação nos eventos promovidos pelo Clube do Choro já é tradicional constituindo-se na prova inequívoca da importância que a Diretoria do Clube tem dado à prata da casa.

                                Tivemos como parceiros, além do Ministério da Cultura e do Governo do Distrito Federal, o Banco do Brasil, os Correios, a Petrobras, a Brasil Telecom, a AmBev e a Eletrobrás, além do Fundo Nacional de Cultura do Ministério da Cultura. que disponibilizou recursos para aquisição de mobiliário e novos equipamentos de som e iluminação hoje utilizados no Clube, mediante a assinatura de um Convenio em 30 de Dezembro de 2010 entre o Clube do Choro de o Ministério da Cultura, no valor de R$ 2.001.835,79 (dois milhões, um mil, oitocentos e trinta e cinco reais e setenta e nove centavos). De acordo com o cronograma físico financeiro aprovado, foram definidas as seguintes metas para execução do Convenio:

                  Meta 1 – Aquisição de mobiliário; Meta 2 – Aquisição de equipamentos de vídeo; Meta 3 – Aquisição de instrumentos musicais; Meta 4 – Aquisição de Equipamentos de som e iluminação e Meta 5 – Aquisição de equipamentos de informática.

                              Até o momento, foram recebidos do Ministério da Cultura recursos no valor de R$ 1.039.507,30 dos quais foram aplicados R$ 1.036.184,07 na compra de Mobiliário, Instrumentos Musicais e Equipamentos de som e iluminação.

                                Como resultado desse importante apoio, vários benefícios foram imediatamente absorvidos e sentidos não só pelos alunos como também pelos freqüentadores e músicos que se apresentaram nos Projetos do Clube do Choro.

Benefícios alcançados: O mobiliário adquirido está sendo utilizado nas salas de aula da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello e na sala de espetáculos. Foram também adquiridos dois refrigeradores para uso dos camarins e na administração. A Escola encerrou o ano letivo de 2014 com 854 alunos matriculados nos cursos de violão, cavaquinho, percussão, saxofone, clarinete, gaita, bandolim que utilizam para seu aprendizado, os instrumentos adquiridos com recursos do projeto e disponibilizados gratuitamente.

                  Outro benefício constatado foi a melhoria significativa da qualidade do aprendizado, fruto de melhores instalações, bem ventiladas e iluminadas, além do conforto dos moveis adquiridos para as salas de aula.

                  A sala de espetáculos recebeu parte dos equipamentos de som adquiridos com recursos do Projeto, que melhoraram substancialmente a qualidade sonora dos espetáculos apresentados e no dia 10 de Novembro de 2011 foi inaugurado o novo café concerto, dotado de mobiliário, equipamentos de som e luz além de instrumentos musicais adquiridos com recursos do Convenio.

                                No Relatorio, encontram-se relacionados todos os Projetos realizados pelo Clube do Choro em Brasilia, envolvendo recursos de patrocinadores, captados nos termos da Lei de Incentivo à Cultura.

                                Outro ponto relevante é que um dos frutos gerados pelo intenso trabalho desenvolvido pela Diretoria, resultou em convites do Ministério das Relações Exteriores e do Ministério do Turismo para exibir-se no exterior. Nos últimos anos, delegações do CCB já se apresentaram, com grande sucesso, no Festival dos Povos do Deserto, em Dubai (Emirados Árabes), no Festival da Cultura Latino Americana no Uruguay, além de excursionarem pelo Uruguai, Argentina, Peru, Tunísia, Espanha, Portugal, Aalemanha , Frnça, Áustria, Salzburg, Haiti, Mexico, Gana, Palestina, Estados Unidos e China.

Veja os projetos que já tivemos!

1997 - Projeto: Pixinguinha

Reinaugurado em 23 de abril de 1997, dentro da programação comemorativa do Aniversário de Brasília, o Clube abriu em grande estilo, contando com a presença de diversas autoridades, músicos, estudantes e os velhos frequentadores dos saraus dos sábados, que vieram conferir a qualidade das reformas executadas pelo Governo do Distrito Federal.

                  Sob o patrocínio da FUNDAÇÃO BANCO DO BRASIL, SECRETARIA DE TURISMO DO DISTRITO FEDERAL e EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELEGRAFOS, foi montada uma programação de altíssima qualidade, para o ano de 1997, comemorativa ao Centenário de Pixinguinha.

                  A programação foi organizada de forma a que o público pudesse, a cada semana, participar de um verdadeiro sarau, mesclando representantes da velha guarda e jovens músicos chorões.

                  A prata da casa não foi esquecida. Além do conjunto de base, o Choro Livre, formado exclusivamente por músicos de Brasilia, foi aberto o espaço para apresentações de músicos do quilate de Paulo Andre, Beth Ernest Dias, Tio Nilo, Paulinho do Cavaco, Dois de Ouro, dentre outros.

                  Os espetáculos apresentados,foram vistos por mais de 12.000 pessoas. A resposta do público foi muito grande, superando inclusive as nossas expectativas.

                  Durante o ano de 1997 foram ultimadas as providencias para a instalação da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello.

                  O Projeto apresentado ao Ministério da Cultura foi aprovado e firmamos contrato de patrocínio com a TELEBRASILIA para a implantação da Escola.

                  Ainda em 1997 demos início às inscrições dos alunos e foi elaborado o Planejamento Pedagógico, a cargo do Maestro Mauricio Carrilho.

                  O Clube do Choro serviu, ainda, de palco para o lançamento do livro do escritor e musicólogo, SERGIO CABRAL, sobre a vida e a obra de PIXINGUINHA.

1998 - Projeto: JACOB DO BANDOLIM 80 ANOS – Pronac: 980434

Mais uma iniciativa vitoriosa do Clube do Choro, em sua constante luta para manter vivo esse gênero musical genuinamente brasileiro, cuja importância para a Cultura e formação do músico brasileiro é incontestável. A idéia de homenagear Jacob do Bandolim no ano em que faria 80 anos foi bem recebida junto ao Ministério da Cultura que ao aprovar o Projeto, abriu as portas para que Empresas como a TELEBRASILIA S/A e a LIDERANÇA CAPITALIZAÇÃO S/A pudessem somar esforços em co-patrocínio e proporcionar ao publico brasiliense uma série de espetáculos musicais inesquecíveis.

                                    Previsto inicialmente para ser realizado no período de JUNHO a NOVEMBRO de 1998, as apresentações musicais avançaram até o dia 18 de DEZEMBRO quando se deu o encerramento das atividades anuais do clube do choro:

                                                      O Clube do Choro de Brasilia procurou contribuir durante o ano de 1998 para a valorização da cultura brasileira, especialmente da musica instrumental através da sua aprogramação. Foram 123 dias de espetáculos, onde se apresentaram 30 artistas convidados, vindos da Bahia, Rio de Janeiro, Recife, São Paulo, Rio Grande do Sul, Pará, além de 15 artistas locais que marcaram a presença e a força de Brasilia como a capital brasileira do Choro.

Dois eventos de grande importância para a história da musica popular brasileira também integraram a programação do ano de 1998: As “Palestras Musicadas” apresentadas pelo Jornalista SERGIO CABRAL enfocando como tema a vida e a obra de JACOB DO BANDOLIM e o lançamento da biografia de JACOB em livro da escritora ERMELINDA PAZ .

Ao público que superou 28.000 pessoas e que foram acomodadas nas modestas instalações do Clube do Choro, queremos fazer um agradecimento especial pelo modo ordeiro e carinhoso com que sempre recebeu todos os artistas, demonstrando que Brasilia sabe prestigiar a música instrumental brasileira, respeitando e prestigiando quem a faz.

Agradecemos, também, a toda a equipe que trabalhou durante o ano de 1998, seja na bilheteria, no bar, na limpeza, no som, na produção cujo esforço e dedicação foram primordiais para que pudéssemos atingir nossos objetivos.

Registramos, o apoio da imprensa brasiliense, dos jornais CORREIO BRAZILIENSE, JORNAL DE BRASILIA, JORNAL DA COMUNIDADE, da Revista Tira Prosa, da TV GLOBO, TV BRASILIA, TV BANDEIRANTES, SBT, TV RECORD, TVA, da Fundação Cultural do Distrito Federal e da Secretaria de Turismo do DF, que sempre nos ajudaram em todos os momentos.

Finalmente, agradecemos ao Ministério da Cultura que possibilitou, através da Lei do Mecenato, os patrocínios da TELECOMUNICAÇÕES DE BRASILIA S/A – TELEBRASILIA e da LIDERANÇA CAPITALIZAÇÃO S/A para a realização da PROGRAMAÇÃO DE 1998.

1999 - Projeto: 50 ANOS DE BRASILEIRINHO – TRIBUTO A WALDIR AZEVEDO – Pronac: 990489

Ao dar inicio aos estudos para a apresentação do Projeto 50 ANOS DE BRASILEIRINHO – TRIBUTO A WALDIR AZEVEDO o Clube do Choro tinha a intenção, não apenas de homenagear alguém que tanto contribuiu para a consolidação da música popular brasileira como forma substantiva de expressão do nosso povo, mas o de resgatar e atualizar a vida e a obra de um artista que projetou o Brasil no Mundo, movido apenas pela força de seu talento, suas mãos e seu cavaquinho. Somou-se a esses objetivos o de irrigar novas vocações de instrumentistas, compositores, arranjadores e ao mesmo tempo, formar ouvintes e platéias para a genuína música brasileira.

Encerramos mais um ano com chave de ouro. Desde sua reabertura em 1997 e graças ao

Apoio do Ministério da Cultura através da Lei de Incentivo à Cultura, o Clube do Choro firmou-se como o mais regular e importante espaço dedicado, exclusivamente à musica instrumental brasileira em atividade na Capital Federal.

Mantivemos durante o ano de 1999 uma programação de alto nível, privilegiando o melhor do universo instrumental brasileiro.

O público que freqüenta o Clube do Choro, tem no ecletismo a sua marca registrada, com indivíduos de todas as idades, usufruindo a oportunidade de se aprofundar no conhecimento da cultura musical nacional em um momento em que a mídia se vê tão preocupada em divulgar cada vez mais a música estrangeira ou a música brasileira de qualidade duvidosa. A possibilidade de poder oferecer espetáculos de qualidade a preços populares tem sido muito aproveitada pelo publico brasiliense que dificilmente assiste a algum grande espetáculo por menos de 40 reais, nada melhor, portanto, para um universitário ou secundarista do que pagar 5 reais para ver shows de nível internacional como os de Paulo Moura, Hermeto Paschoal, Pepeu Gomes, Altamiro Carrilho, Carlos Malta, Dominguinhos, Sebastião Tapajós, Sivuca, entre outros.

O Clube do Choro investiu recursos na melhoria de suas instalações com o objetivo de proporcionar ao publico maior conforme e Segurança. Para tanto foram instalados toldos nas entradas, um moderno sistema de Ar condicionado além de um novo equipamento de som.

Tivemos a presença de um público de 25.000 pessoas distribuídas entre as 108 apresentações dos artistas convidados, podendo-se observar que dessa vez o Clube do Choro trouxe artistas de fora em duplas, trios e grupos maiores todos com renome nacional.

A prata da casa não foi esquecida, recebendo o mesmo tratamento dispensado aos grandes instrumentistas. Vários lançamentos de CDs foram realizados no intervalo das apresentações, tais como: CHORO LIVRE, LEANDRO BRAGA, CRISTOVÃO BASTOS, RABO DE LAGARTIXA, NÓ EM PINGO D`AGUA, DOIS DE OURO, JAIME ERNEST DIAS, MARCO PEREIRA, ZE DAVELHA E SILVERIO PONTES entre outros.

2000 - Projeto: CHIQUINHA GONZAGA – ABRE ALAS PARA A MUSICA POPULAR BRASILEIRA – Pronac: 990997

O Projeto CHIQUINHA GONZAGA – ABRE ALAS PARA A MUSICA POPULAR BRASILEIRA teve como objetivo não apenas de homenagear alguém que tanto contribuiu para a criação de uma verdadeira identidade musical brasileira como forma substantiva de expressão do nosso povo, mas o de resgatar e atualizar a vida e a obra de uma artista que rompeu barreiras e preconceitos movida apenas pela força de seu talento e determinação.

Desde sua reabertura em 1997 e graças ao apoio do Ministério da Cultura através da Lei de Incentivo à Cultura, o Clube do Choro firmou-se como o mais regular e importante espaço dedicado, exclusivamente à musica instrumental brasileira em atividade na Capital Federal.

Mantivemos durante o período de FEVEREIRO a DEZEMBRO de 2000 uma programação de alto nível, privilegiando o melhor da musica instrumental brasileiroa

O público que freqüenta o Clube do Choro, tem no ecletismo a sua marca registrada, com indivíduos de todas as idades, usufruindo a oportunidade de se aprofundar no conhecimento da cultura musical nacional em um momento em que a mídia se vê tão preocupada em divulgar cada vez mais a música estrangeira ou a música brasileira de qualidade duvidosa. A possibilidade de poder oferecer espetáculos de qualidade a preços populares tem sido muito aproveitada pelo publico brasiliense que dificilmente assiste a algum grande espetáculo por menos de 40 reais, nada melhor, portanto, para o público em geral   do que pagar 5 reais para ver shows de nível internacional como os de Paulo Moura, Altamiro Carrilho, Turíbio Santos, Dominguinhos, Sebastião Tapajós, Sivuca, Luiz Carlos Vinhas, Clara Sverner, Antonio Adolfo, entre outros.

O Clube do Choro investiu recursos na melhoria de suas instalações com o objetivo de proporcionar ao publico maior conforme e Segurança. Para tanto foram instalados toldos nas entradas, um moderno sistema de Ar condicionado além de um novo equipamento de som.

A programação previa a realização de três espetáculos por semana, às Quartas, Quintas e Sextas-feiras porém a Diretoria do Clube do Choro resolveu abrir um espaço aos Sábados para a apresentação de Grupos Musicais e solistas brasilienses. Tal iniciativa proporcionou um retorno de mídia e a participação do público prestigiando a série de Espetáculos intitulada PRATA DA CASA.

No total tivemos a presença de um público de 42000 pessoas distribuídas entre as 168 apresentações podendo-se observar que dessa vez o Clube do Choro, mais uma vez, trouxe artistas de fora em duplas, trios e grupos maiores todos com renome nacional. A prata da casa não foi esquecida,recebendo o mesmo tratamento dispensado aos grandes instrumentistas. Vários lançamentos de CDs foram realizados no intervalo das apresentações.

A inclusão na programação da apresentação de grupos musicais de outros Estados implicou no aumento dos custos inicialmente previstos, principalmente nos itens referentes aos pagamentos dos cachês dos artistas, hospedagem, passagens aéreas, transporte local, alimentação etc.

Mais uma vez pudemos contar com a Diretoria do Banco do Brasil, que, sensibilizada, disponibilizou os recursos de sua conta de Marketing Direto para complementar a realização do Projeto, o que possibilitou o seu início na data prevista.

A parceria com a TV SENADO e com a TV CÂMARA possibilitou a gravação de 35 espetáculos que foram veiculados em rede nacional de televisão a cabo para todo o Brasil; o que muito contribuiu para o êxito do PROJETO CHIQUINHA GONZAGA, proporcionando ao incentivador um retorno de mídia e imagem com repercussão nacional.

Os nossos parceiros na realização do Projeto foram os seguintes:

PATROCINADORES:

Recursos Incentivados – EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS

Recursos Não incentivados – BANCO DO BRASIL S/A

APOIOS:RADIO SENADO FM, RADIO CÂMARA FM, TV CÂMARA, TV SENADO, RADIO NACIONAL FM, RADIO CULTURA FM, CORREIO BRAZILIENSE, JORNAL DE BRASILIA, JORNAL HOJE EM DIA, JORNAL DA COMUNIDADE, GAZETA MERCANTIL, REVISTA Setembro, REVISTA TABLADO, REVISTA FOCO, REVISTA SINTONIA HOLÍSTICA, SECRETARIA DE CULTURA DO DISTRITO FEDERAL, SECRETARIA DE TURISMO.

 

2001 - Projeto: ERNESTO NAZARETH PAI DO CHORO MODERNO - Pronac 003535

Com a realização do Projeto Ernesto Nazareth – Pai do Choro Moderno durante o ano de 2001, o Clube do Choro de Brasília prestou uma significativa homenagem à musica brasileira, na figura do ilustre compositor. Mesmo com um atraso de quase 70 anos, o reconhecimento que ele sempre mereceu , mas nunca obteve enquanto vivo, colocando-o no mesmo patamar de Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Waldir Azevedo e Chiquinha Gonzaga, já homenageados em projetos congêneres realizados pelo Clube do Choro de Brasília nos últimos anos, num trabalho vitorioso e reconhecido a nível nacional.

                  Foram convidados, inicialmente, 40 solistas de diferentes instrumentos para interpretar peças do repertório do homenageado, com plena liberdade de arranjo e execução num total de 120 apresentações musicais que seriam realizadas no período de 10 meses.

                  Convocando artistas do primeiro time da MPB para reler o trabalho de um compositor cuja obra está na base da nossa pirâmide musical e exibindo o resultado desse empreendimento a um publico estimado em 30 mil pessoas, de 14 a 80 anos, o Clube do Choro considera haver contribuído, mais uma vez, para a difusão da um obra fundamental para a formação cultural do povo brasileiro.

                  Apesar de todos os esforços não foi possível a captação da totalidade dos recursos autorizados, porém foi executado um programa de contenção de despesas e renegociação junto a fornecedores e prestadores de serviços, o que possibilitou chegarmos ao final do ano de 2001 superando, inclusive, as metas estabelecidas no Projeto.

                  As metas de mídia foram atingidas e até superadas, conforme demonstrado a seguir:

 V E Í C U L O  METAS
 PREVISTA  REALIZADA
 Jornal (Correio Braziliense)   40  80
 TV GLOBO  40  80
 RADIO NACIONAL FM  720  720
 RADIO SENADO FM   250
 RADIO CAMARA FM    250
 RADIO CULTURA FM    250
 FOLDERS   30.000  30.000
BANNERS    02

 

2002 - Projeto: CAINDO NO CHORO – Pronac: 012826

Em meados dos anos sessenta, os bastidores de um programa de TV registram um encontro de opostos.

                  De um lado, o irascível veterano Jacob de Bandolim, velha guarda assumido, tradicionalista, intransigente defensor da autêntica MPB e um dos monstros sagrados do Choro, gênero então ausente das paradas, que freqüentara assiduamente ao longo da década anterior.

                  No outro canto, o jovem maestro Tom Jobim, sucesso mundial nas ondas de “Garota de Ipanema” e um dos responsáveis pela fusão de samba e jazz que resultou numa revolução chamada Bossa Nova, responsável pela inserção definitiva do Brasil no mapa-múndi da música.

                  Tensão no ar. Tom é uma doce figura, Jacob não tem papas na língua. Os dois se aproximam. O pianista saúda respeitosamente o bandolinista, chamando-o de “mestre”. Este retribui o elogio com um abraço e abre o diálogo de forma surpreendente.

                  — Olha aqui, seu Tom Jobim, você não me engana com essa conversa de Bossa Nova. Fique sabendo que “Chega de Saudade” é choro, e choro dos bons.

                  — Jacob, você é danado. É isso mesmo. E pra ficar um choro completo, só falta você fazer a terceira parte.

                  Os dois caem na risada. Pouco tempo depois, num show antológico com Elizeth Cardoso, Jacob do Bandolim grava ao vivo “Chega de Saudade”, acompanhado pelo regional “Época de Ouro”. Com andamento de choro, claro. É ovacionado. O espetáculo e o disco se transformam nos maiores sucessos de sua carreira.

                  Este episódio ilustra aquilo que todo conhecedor de MPB já sabe, ou pelo menos desconfia: o Choro está na raiz de qualquer música popular de qualidade feita no Brasil, em qualquer tempo. Mais que um gênero, trata-se de uma maneira de tocar e de fazer música, como já disse com conhecimento de causa o compositor Paulinho da Viola, cultor e profundo conhecedor do Choro.

                  Foi exatamente essa a proposta do Clube do Choro de Brasília durante a TEMPORADA DE 2002, ao abrir seu leque musical com o projeto “Caindo no Choro”. Grandes nomes da MPB apresentaram versões pessoais para clássicos consagrados do gênero, além de obras que reproduzem sua influência, patenteando assim a importância do Choro no trabalho que realizam.  

                  Com a participação do Zimbo Trio, Amélia Rabello, Luis Avelar, Heraldo do Monte, Arismar do Espirito Santo, Conjunto Trato a Três, Claudio Dauelsberg, Quinteto Villa Lobos, Leandro Braga, Moraes Moreira, Paulo Sergio Santos, Yamandú, Déo Rian, Guinga, João Donato, Hamilton de Holanda, Carlos Poyares, Zé da Velha, Altamiro Carrilho, Gabriel Grossi, Marco Pereira, Paulo Moura, Dominguinhos, Grujpo Sorrindo à Toa, Raul de Barros, Grupo Marambaia e Joel Nascimento, entre outros, o Clube do Choro de Brasilia pôde oferecer ao publico, graças ao Patrocínio dos CORREIOS, BANCO DO BRASIL e PETROBRÁS, e o apoio do MINISTERIO DA CULTURA, um painel onde encontramos o eterno, o atual e o futuro da musica instrumental brasileira.

                                    Nos últimos cinco anos, o Clube do Choro de Brasília conseguiu firmar junto à mídia, patrocinadores e instituições culturais a reputação de uma das entidades mais ativas em todo o País, entre as que se dedicam a apoiar, preservar e desenvolver a autêntica Música Popular Brasileira.

                  Desde 1997, quando realizou o pioneiro “Pixinguinha — 100 Anos”, o Clube vem homenageando em seus projetos anuais figuras maiores da MPB, como Jacob do Bandolim (1998), Waldyr Azevedo (1999), Chiquinha Gonzaga (2000) e Ernesto Nazareth (2001). O resultado é um saldo admirável: cerca de 600 shows de 200 artistas, assistidos por mais de 100 mil pessoas. Entre elas jovens que antes nunca haviam travado conhecimento com o Choro — reconhecidamente marginalizado pela programação das rádios e TVs, e pela indústria fonográfica, hoje são parte cativa da platéia do Clube, somando-se aos aficionados tradicionais.

                 Com a realização do Projeto CAINDO NO CHORO, programou a realização de 131 espetáculos musicais, 11 a mais do previsto, que além da participação de alguns dos maiores instrumentistas do País, apresentando, ainda, músicos da nova geração brasiliense, fruto do trabalho desenvolvido pelo Clube do Choro através da ESCOLA BRASILEIRA DE CHORO RAPHAEL RABELLO, primeira do gênero em todo o Brasil.

 

                  Ao agradecer aos patrocinadores o valioso e indispensável apoio que vimos recebendo, no sentido do aprofundamento, preservação e divulgação de manifestações genuínas de nossa cultura popular, o Clube do Choro de Brasilia, a maior e mais antiga instituição do gênero, orgulha-se de manter o mais duradouro e bem sucedido PROJETO DE MUSICA INSTRUMENTAL BRASILEIRA em todo o País, levando nomes como o jornalista Sérgio Cabral e o multi-instrumentista Hermeto Paschoal, gênio musical reconhecido no mundo inteiro a afirmar que o Clube se constitui hoje “numa das mais importantes Instituições Culturais do Brasil

2003 - Projeto: TRIBUTO A GAROTO – Pronac: 021078

Em meados dos anos sessenta, os bastidores de um programa de TV registram um encontro de opostos.

                  De um lado, o irascível veterano Jacob de Bandolim, velha guarda assumido, tradicionalista, intransigente defensor da autêntica MPB e um dos monstros sagrados do Choro, gênero então ausente das paradas, que freqüentara assiduamente ao longo da década anterior.

                  No outro canto, o jovem maestro Tom Jobim, sucesso mundial nas ondas de “Garota de Ipanema” e um dos responsáveis pela fusão de samba e jazz que resultou numa revolução chamada Bossa Nova, responsável pela inserção definitiva do Brasil no mapa-múndi da música.

                  Tensão no ar. Tom é uma doce figura, Jacob não tem papas na língua. Os dois se aproximam. O pianista saúda respeitosamente o bandolinista, chamando-o de “mestre”. Este retribui o elogio com um abraço e abre o diálogo de forma surpreendente.

                  — Olha aqui, seu Tom Jobim, você não me engana com essa conversa de Bossa Nova. Fique sabendo que “Chega de Saudade” é choro, e choro dos bons.

                  — Jacob, você é danado. É isso mesmo. E pra ficar um choro completo, só falta você fazer a terceira parte.

                  Os dois caem na risada. Pouco tempo depois, num show antológico com Elizeth Cardoso, Jacob do Bandolim grava ao vivo “Chega de Saudade”, acompanhado pelo regional “Época de Ouro”. Com andamento de choro, claro. É ovacionado. O espetáculo e o disco se transformam nos maiores sucessos de sua carreira.

                  Este episódio ilustra aquilo que todo conhecedor de MPB já sabe, ou pelo menos desconfia: o Choro está na raiz de qualquer música popular de qualidade feita no Brasil, em qualquer tempo. Mais que um gênero, trata-se de uma maneira de tocar e de fazer música, como já disse com conhecimento de causa o compositor Paulinho da Viola, cultor e profundo conhecedor do Choro.

                  Foi exatamente essa a proposta do Clube do Choro de Brasília durante a TEMPORADA DE 2002, ao abrir seu leque musical com o projeto “Caindo no Choro”. Grandes nomes da MPB apresentaram versões pessoais para clássicos consagrados do gênero, além de obras que reproduzem sua influência, patenteando assim a importância do Choro no trabalho que realizam.  

                  Com a participação do Zimbo Trio, Amélia Rabello, Luis Avelar, Heraldo do Monte, Arismar do Espirito Santo, Conjunto Trato a Três, Claudio Dauelsberg, Quinteto Villa Lobos, Leandro Braga, Moraes Moreira, Paulo Sergio Santos, Yamandú, Déo Rian, Guinga, João Donato, Hamilton de Holanda, Carlos Poyares, Zé da Velha, Altamiro Carrilho, Gabriel Grossi, Marco Pereira, Paulo Moura, Dominguinhos, Grujpo Sorrindo à Toa, Raul de Barros, Grupo Marambaia e Joel Nascimento, entre outros, o Clube do Choro de Brasilia pôde oferecer ao publico, graças ao Patrocínio dos CORREIOS, BANCO DO BRASIL e PETROBRÁS, e o apoio do MINISTERIO DA CULTURA, um painel onde encontramos o eterno, o atual e o futuro da musica instrumental brasileira.

 

 

                                    Nos últimos cinco anos, o Clube do Choro de Brasília conseguiu firmar junto à mídia, patrocinadores e instituições culturais a reputação de uma das entidades mais ativas em todo o País, entre as que se dedicam a apoiar, preservar e desenvolver a autêntica Música Popular Brasileira.

                  Desde 1997, quando realizou o pioneiro “Pixinguinha — 100 Anos”, o Clube vem homenageando em seus projetos anuais figuras maiores da MPB, como Jacob do Bandolim (1998), Waldyr Azevedo (1999), Chiquinha Gonzaga (2000) e Ernesto Nazareth (2001). O resultado é um saldo admirável: cerca de 600 shows de 200 artistas, assistidos por mais de 100 mil pessoas. Entre elas jovens que antes nunca haviam travado conhecimento com o Choro — reconhecidamente marginalizado pela programação das rádios e TVs, e pela indústria fonográfica, hoje são parte cativa da platéia do Clube, somando-se aos aficionados tradicionais.

                 Foram programados a 120 espetáculos musicais e até esta data realizados 161. Além da participação de alguns dos maiores instrumentistas do País, apresentou músicos da nova geração brasiliense, fruto do trabalho desenvolvido pelo Clube do Choro através da ESCOLA BRASILEIRA DE CHORO RAPHAEL RABELLO, primeira do gênero em todo o Brasil.

                  O retorno de público e da crítica especializada tem sido muito favorável em relação aos Projetos executados pelo Clube do Choro representado pelo grande número de matérias de midia expontânea e gravações da TV Senado e TV Câmara, transmitidas em rede nacional de TV a cabo assistida por cerca de 6 milhões de telespectadores. No caso específico do projeto CAINDO NO CHORO, tivemos a participação de um publico estimado em mais de 25000, atraidos pela qualidade dos espetáculos e pelo preço acessível ao bolso do cidadão comum.

                  Registramos grande presença de representantes de missões estrangeiras que ao tiveram a oportunidade de entrar em contato com a verdadeira musica brasileira, elogiando a qualidade das apresentações.

                  Os recursos captados nos obrigaram a promover um processo de redimensionamento dos custos do projeto de forma que não fosse comprometida a qualidade dos espetáculos e garantidos os compromissos assumidos com o Ministério da Cultura.

                  Ao agradecer aos patrocinadores o valioso e indispensável apoio que vimos recebendo, no sentido do aprofundamento, preservação e divulgação de manifestações genuínas de nossa cultura popular, o Clube do Choro de Brasilia, a maior e mais antiga instituição do gênero, orgulha-se de manter o mais duradouro e bem sucedido PROJETO DE MUSICA INSTRUMENTAL BRASILEIRA em todo o País, levando nomes como o jornalista Sérgio Cabral e o multi-instrumentista Hermeto Paschoal, gênio musical reconhecido no mundo inteiro a afirmar que o Clube se constitui hoje “numa das mais importantes Instituições Culturais do Brasil

2004 - Projeto: O BRASIL BRASILEIRO DE ARY BARROSO – Pronac: 034371

Neste ano de 2004, o Clube do Choro de Brasília atingiu a marca histórica de mil shows. Com isso, reafirma a condição de promotor de um dos mais importantes e duradouros projetos de música instrumental já realizados no País, assistido por 250 mil pessoas nos últimos oito anos e difundido para milhões de telespectadores no Brasil inteiro por emissoras públicas de Televisão.

                  O Clube existe há 27 anos, mas somente a partir de 1997 — graças ao patrocínio do Banco do Brasil, dos Correios e da Petrobrás, e ao apoio do Ministério da Cultura e do GDF — começou a realizar, de forma contínua e sistemática, projetos voltados para a valorização da obra de grandes nomes da MPB.

                  De lá para cá, centenas de músicos consagrados passaram pelo palco do Clube do Choro de Brasília. Da mesma forma, artistas conhecidos apenas no âmbito regional tiveram aqui a oportunidade de mostrar seu trabalho, bem como jovens revelações locais e veteranos instrumentistas que andavam afastados do público e da mídia.

Foram previstos 120 espetáculos musicais com a participação de 40 músicos convidados de renome nacional, para apresentações às quartas, quintas e sextas feiras, ininterruptamente, de Março a Dezembro de 2004, porém esses números foram superados e no período foram realizados 168 espetáculos com a presença de 95 músicos convidados além da realização de uma programação especial denominada PRATA DA CASA abrindo o espaço do Clube do Choro de Brasília para os músicos da cidade. Com essa programação subiram ao palco 188 músicos em 40 apresentações realizadas aos sábados. Portanto, as metas propostas foram plenamente atingidas, ou seja, Ary Barroso foi homenageado pela elite da musica instrumental Brasileira que trouxe ao palco do Clube do Choro de Brasília Hermeto Pascoal, Paulo Moura, Armandinho Macedo, Zé Menezes, Gilson Peranzetta, Hamilton de Holanda, Mauro Senise, Nelson Ayres, João Donato, Altamiro Carrilho, Sebastião Tapajós, Dominguinhos, entre outros.

                                    O Projeto foi realizado no período de 12 de março a 18 de Dezembro de 2004, sendo cumprido o cronograma estabelecido na proposta aprovada pelo Ministério da Cultura.

2005 - Projeto: VILLA LOBOS E SEUS AMIGOS DO CHORO – Projeto: 045192

O Clube do Choro de Brasília encerra o ano de 2005 atingindo os objetivos propostos, reafirmando a condição de promotor de um dos mais importantes e duradouros projetos de música instrumental já realizados no País, assistido por mais de 280 mil pessoas nos últimos nove anos e difundido para milhões de telespectadores no Brasil inteiro por emissoras públicas de Televisão (TV CAMARA, TV SENADO, TV CULTURA)

                  O Clube existe há 28 anos, mas somente a partir de 1997 — graças ao patrocínio do Banco do Brasil, dos Correios e da Petrobrás, e ao apoio do Ministério da Cultura e do GDF — começou a realizar, de forma contínua e sistemática, projetos voltados para a valorização da obra de grandes nomes da MPB.

                  Desde então, centenas de músicos consagrados passaram pelo palco do Clube do Choro de Brasília. Da mesma forma, artistas conhecidos apenas no âmbito regional tiveram aqui a oportunidade de mostrar seu trabalho, bem como jovens revelações locais e veteranos instrumentistas que andavam afastados do público e da mídia.

                  Depois de rever e atualizar a obra de Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Waldyr Azevedo, Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth, Garoto e Ary Barroso e Heitor Villa Lobos, o Clube do Choro de Brasília prepara-se para executar em 2006 o projeto “RADAMÉS GNATALLI 100 ANOS”. Uma proposta ousada, que rompe barreiras entre a música popular e a erudita, revelando a riqueza inesgotável da cultura brasileira e sua generosa capacidade de harmonizar diferenças.

                  Para 2005 foi elaborado um Calendário prevendo a realização de 164 eventos musicais, distribuídos entre o Projeto Villa Lobos (120) ) ç, Prata da Casa 40 e Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello (04) tendo sido atingidas as metas estabelecidas.

2006 - Projeto: RADAMÉS GNATALLI – 100 ANOS – Pronac: 056679

Com a realização do Projeto “Radamés Gnatalli – 100 anos” durante o ano de 2006, o Clube do Choro de Brasilia dará prosseguimento à série de grandes espetáculos iniciada em 1997 e que ao longo dos últimos anos transformou-se em marca registrada da cultura produzida em Brasilia, cidade síntese da nacionalidade.

Programação: Foram programados 40 músicos nacionais, que se apresentarão às Quartas, Quintas e Sextas Feiras, com início às 21:30 no total de 120 espetáculos, em cujo roteiro estarão incluídas obras do homenageado;

Aos sábados o Clube do Choro abre espaço para a Prata da Casa, com a participação de 40 músicos de Brasilia garantindo o espaço para os valores locais possam apresentar o seu trabalho.

 

                  Plano de mídia e divulgação do Projeto:

                  – Assessoria de Imprensa: envio de “releases” acompanhados de fotos para todos os principais veículos de Brasilia, incluídos os jornais diários, semanais, revistas, publicações específicas do setor de entretenimento, além das emissoras de TV e Rádio.

                  – Mídia Impressa(paga): 120 anúncios publicados no principal jornal de Brasilia (Correio Braziliense – Caderno Cultura) aos sábados, domingos e quartas feiras;

                  – Midia impressa(espontânea): avaliada em cerca de R$ 900.000,00 com a publicação de matérias jornalísticas nos jornais: Correio Braziliense, Jornal de Brasilia, Jornal do Brasil, Jornal da Comunidad e Hoje em Dia.,

                  – Midia Radiofônica (paga): 720 anúncios com duração de 30`veiculados na Radio Nacional-FM;

                  – Midia Radiofônica(espontânea): Gravação do Programa Choro Livre na Radio Nacional FM com os artistas convidados, para transmissão em rede Nacional com 01h00 de duração; programas e entrevistas na Radio Câmara, chamadas nas rádios Senado, CBN e Verde Oliva divulgando a programação mensal;

                  – Midia televisiva (paga): veiculação de 80 anúncios na Tv Globo Brasilia;

                  – Midia televisiva (espontânea): Entrevistas com os artistas nas seguintes emissoras: TV Globo(Bom dia DF), TV Record(Jornal local), TV Bandeirantes(jornal local); TV Senado entrevistas e gravações dos espetáculos para transmissão em rede nacional; Rede TV(jornal local).

                  – Cobertura fotográfica em todos os espetáculos;

                  -Impressão de 25000 folders/ano com a programação bimestral apresentada pelo Clube;

 

O Projeto teve início no dia 08 de Março e será concluído em 15 de Dezembro de 2006, sendo cumprido o cronograma estabelecido na proposta aprovada pelo Ministério da Cultura.

2007 - Projeto: CLUBE DO CHORO 30 ANOS - Pronac: 069430

Desde o ano de 1997 o Clube do Choro vem desenvolvendo projetos temáticos que visam o aprofundamento em torno da obra dos mais destacados autores brasileiros.

                                         Já foram homenageados Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Waldir Azevedo, Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth, Ary Barroso, Aníbal Augusto Sardinha, o GAROTO,  Villa Lobos e o Radamés Gnatalli.                  No ano de 2007 o homenageado foi o Clube do Choro de Brasília pelos seus 30 anos de existência, para tanto foi executado o Projeto CLUBE DO CHORO DE BRASILIA – 30 desenvolvido da seguinte forma: Atraídos para a nova capital pelo espírito de aventura e também pelas vantagens financeiras que o Governo oferecia, os barnabés voltavam para casa depois do expediente, cobertos de poeira e sem nada para fazer. Brasília, ainda mais comparada com o Rio de Janeiro então no esplendor dos anos dourados, era praticamente uma cidade no deserto, com resquícios de vida cultural e social. Para espantar o banzo, alguns desses servidores, inclusive músicos da velha Rádio Nacional, passaram a organizar rodas de choro na casa de um e de outro. Foi a semente do Clube do Choro de Brasília. Uma semente regada por nomes ilustres, como o citarista Avena de Castro (primeiro presidente), o cavaquinista Francisco de Assis, a flautista Odete Ernest Dias, os violonistas Hamilton Costa e Edgardo Cardoso, o clarinetista Celso Cruz, Pernambuco do Pandeiro, Bide da Flauta e tantos outros. Até um certo Jacob do Bandolim, que andou por aqui no final dos anos sessenta, fez parte da pré-história do Clube, tocando e compondo com chorões da cidade enquanto tratava com um amigo médico (Arnoldo Veloso, também bandolinista e fundador do Clube) do coração avariado que, pouco tempo depois, o acabaria traindo. Em 1977, três décadas atrás, portanto, o Clube do Choro de Brasília era devidamente registrado em cartório como entidade formal. A sede veio naquele mesmo ano. O então governador Elmo Serejo assitiu a uma apresentação dos chorões e, empolgado, prometeu a eles um lugar permanente para os saraus. O lugar se materializou na forma de um vestiário subterrâneo do recém-inaugurado Centro de Convenções de Brasília. Mas ninguém reclamou, pelo contrário.Depois de um início promissor, com músicos e aficcionados se reunindo todas as semanas num ambiente de confraternização, o Clube entrou em decadência, por absoluta falta de estrutura. No início dos anos 90, esteve a ponto de perder a sede, várias vezes assaltada e ocupada por mendigos. Depois de uma luta de três anos para regularizar a situação burocrática do prédio, uma nova diretoria reformou e reabriu o local. Em seguida, sensibilizou autoridades, reagrupou os músicos, mobilizou a sociedade, conquistou patrocinadores e instituiu o sistema de homenageados anuais. Dez anos depois, o Clube do Choro de Brasília se orgulha de promover um dos mais duradouros e importantes projetos de música instrumental já realizados no Brasil. Nesse período, realizou nada menos que 1.300 espetáculos, reunindo cerca de 900 artistas vindos de todo os cantos do Brasil, que tocaram para um público de aproximadamente 350 mil pessoas. Audiência multiplicada pelas emissoras públicas de TV, que gravam e retransmitem os shows para o país inteiro, atraídas pela qualidade da programação do Clube.               O projeto “Clube do Choro — 30 Anos” fez um retrospecto desse percurso vitorioso, envolvendo o público, os músicos e os homenageados num mutirão em favor da nossa cultura.          Preservação com renovação — esta é a nossa palavra de ordem, que abre espaço para a manifestação do novo sem esquecer de cultuar as raízes, os clássicos que dão identidade e fisionomia ao Brasil e ao povo brasileiro.

                                                  Em 30 anos de existência, o Clube do Choro de Brasília passou da condição de centro de reuniões de músicos amadores a pólo cultural nacionalmente respeitado (nas palavras do jornalista e historiador da MPB Sérgio Cabral, “é hoje uma das instituições culturais mais importantes do país”.) Nos últimos 10 anos, grandes nomes do Choro tiveram suas composições relidas e atualizadas em projetos temáticos promovidos pelo Clube: Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth, Waldyr Azevedo, Ary Barroso, Garoto, Villa-Lobos e Radamés Gnatalli. Isso propiciou a formação de um novo público para o gênero, nascido no século 19, e recolocou em foco a obra desses artistas, não apenas em Brasília como no Brasil inteiro, graças ao milagre da multiplicação de audiência realizado pelas TVs públicas. Agora cada um desses monstros sagrados vai ganhar um mês de homenagens, com shows protagonizados por seus melhores intérpretes. Da mesma forma, os fundadores do Clube serão celebrados em espetáculos especiais. Na outra ponta, os novíssimos grupos formados na Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello ganharão espaço para mostrar seu trabalho. O objetivo foi comemorar as três décadas de atividades do Clube do Choro de Brasília mostrando ao Brasil o resultado do trabalho dessa instituição, e que vem revelando artistas dos mais diferentes pontos do país, revitalizando a obra de gênios da MPB e formando novas gerações de chorões, responsáveis pela indispensável renovação do mais brasileiro dos gêneros musicais.

                                                A realização de uma programação tão extensa, com duração de 40 semanas, implica em providencias que antecedem o inicio das atividades propriamente ditas, tais como: a) A programação musical e fechamento dos contratos com os artistas foram feitos bimestralmente, proporcionando a apresentação de trabalhos atualizados. Embora o Projeto tenha sido elaborado prevendo a participação de 40 músicos convidados de outros Estados, foi possível ampliar esse número para 80, graças ao esforço de negociação empreendido pela Direção do Clube do Choro. b) Os vôos, hospedagem, traslados, planejamento de mídia, definição de rider técnico, liberações do ECAD, apoio técnico de som e iluminação, etc…, foram programados bimestralmente, logo que o fechamento da pauta era concluído;      O Projeto foi realizado no período de 07 de março a 08 de Dezembro de 2007, sendo cumprido o cronograma estabelecido na proposta aprovada pelo Ministério da Cultura, conforme relação de shows a seguir:as:

                                                      Os espetáculos foram realizados às quartas, quintas e sextas-feiras, a partir das 21:30, nas instalações do Clube do Choro de Brasilia, no Setor de Divulgação Cultural, Bloco G, em Brasilia-DF. O público do projeto atingiu cerca de 30 mil e 800 pessoas. Dado porém, que os espetáculos serão gravados e exibidos pelas TVs Câmara e Senado, a platéia potencial pode se multiplicar muitas vezes.Cálculos de especialistas indicam que as TVs por assinatura no Brasil podem alcançar até 20 milhões de telespectadores, aí incluídos usuários de UHF e antenas parabólicas. Foi prevista a realização 120 apresentações musicais com a participação de 40 músicos convidados de renome nacional, para shows às quartas, quintas e sextas feiras, ininterruptamente, de Março a Dezembro de 2007. Porém contamos com a presença de 80 músicos convidados. Portanto, as metas propostas foram plenamente atingida.

2008 - Projeto: TOM JOBIM MAESTRO BRASILEIRO - Pronac: 078561

Embora sua obra tenha um conteúdo universal — “Garota de Ipanema”, por exemplo, é uma das três músicas mais executadas de todos os tempos nos EUA —, Tom Jobim é um artista essencialmente brasileiro, porque consegue exprimir, sem xenofobia, aquilo que nosso país e nosso povo têm de melhor. E tanto quanto uma floresta perdida precisa ser replantada, a música de Tom Jobim deve ser executada, até mesmo para que possa chegar revitalizada às novas gerações, assegurando-se dessa forma sua justa permanência.

                                    Raríssimas vezes uma obra de arte consegue sintetizar presente, passado e futuro, de maneira a tornar-se atemporal. As canções de Tom Jobim atingem com naturalidade essa condição. Ouvi-las é um passeio por nossas praias e florestas, mares e montanhas. Não seria exagero dizer que elas são parte formadora da nacionalidade e da imagem que hoje temos desta terra e daqueles que aqui vivem. Nos últimos cinqüenta anos, a música de Tom Jobim vem impregnando nossos ouvidos e povoando o inconsciente coletivo da nação com a idéia de um Brasil mais bonito, generoso e cordial.

                                    O projeto “Tom Jobim – Maestro Brasileiro”, do Clube do Choro de Brasília, realizou 120 espetáculos (03 por semana), com 40 solistas e/ou grupos musicais de todo o País, para um público de aproximadamente 30 mil pessoas. O alcance das TVs que veiculam os shows do Clube em suas programações elevou esse número para milhões de telespectadores. Os instrumentistas foram escolhidos entre nomes consagrados e jovens revelações, num trabalho que incluiu também a formação de novas platéias.

                                    Para tanto, trouxe artistas qiue se propuseram a abordagens inovadoras e diversificadas das canções do homenageado. Ele foi o décimo na lista de homenageados anuais do Clube do Choro de Brasília, que inclui Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth, Waldyr Azevedo, Garoto, Villa-Lobos, Ary Barroso e Radamés Gnatalli. Nos últimos 10 anos, cerca de 400 mil pessoas já aplaudiram mais de 900 músicos em quase dois mil shows realizados no palco do Clube, neste que pode ser considerado o projeto de música instrumental mais duradouro e bem sucedido da história do Brasil.

2009 - Projeto: DORIVAL PARA SEMPRE CAYMMI - Pronac: 0885556

O nome Dorival Caymmi representa uma matriz na música popular brasileira. Significa dizer que ele é único, original e inimitável. Não teve mestres, não deixou discípulos. Nem os filhos Dori, Nana e Danilo, que a genética dotou com o mesmo timbre de voz encorpado do pai: como herdaram também a forte personalidade artística, cada um seguiu seu próprio caminho. A extraordinária simplicidade, aliada à excelência das 120 canções que Caymmi compôs ao longo de sete décadas de carreira desafiam qualquer classificação ou crítica. Tomada em perspectiva, essa obra quase minimalista oferece uma leitura ao mesmo tempo poética e profunda da alma brasileira, formando um painel capaz de sintetizar as melhores características do nosso povo. A vida inteira Dorival Caymmi proclamou a mulher como fonte de sua criação. Ele via no elemento feminino a chave para decifrar os mistérios da vida, do amor e do mundo, dos quais era íntimo. Talvez por isso nunca tenha composto de encomenda, o que poderia torná-lo um homem rico. Ao contrário, sempre se deixou levar pela inspiração, cujos caprichos o faziam burilar por até dez anos uma mesma canção, até que finalmente a considerasse pronta. Essa postura, confundida pelos apressados com sintoma da folclórica preguiça baiana, é na verdade um exemplo de sabedoria, marca registrada da personalidade de Dorival Caymmi e de sua passagem luminosa pela cena brasileira. Um legado que nos define e diferencia, diante de um mundo cada vez mais globalizado. Como homem e como artista, Caymmi buscou a beleza, o prazer, a harmonia, a integração. A par disso, viveu fascinado pelo sentimento das coisas, pelos segredos entranhados no cotidiano, pelas manifestações das forças da natureza. O processo criativo era para ele um momento de pura revelação, quando lhe cabia apenas deixar o que já estava latente vir à tona, como único e precioso auxílio do amigo violão. Em 2009, o projeto *Dorival Para Sempre Caymmi do Clube do Choro de Brasília quer pôr em relevo o lado instrumental da obra deste gênio singular. A idéia é oferecera alguns dos melhores músicos brasileiros a oportunidade de explorar as imensas possibilidades das melodias e harmonias com que o compositor baiano vestiu seus poemas em forma de canção.  Com isso, o Clube dá continuidade a um trabalho amplamente vitorioso, iniciado há 12 anos, e que já se consolidou como o projeto de música instrumental mais duradouro e bem sucedido do país. Nesse período, cerca de 949 artistas realizaram 1734 shows para um público estimado em 400 mil pessoas, revisando, atualizando e divulgando a obra de ícones da música popular brasileira como Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth, Waldyr Azevedo, Garoto, Ary Barroso, Villa-Lobos, Radamés Gnatalli e Tom Jobim. E mais: a já expressiva audiência ao vivo é multiplicada muitas vezes através da gravação e exibição dos espetáculos por emissoras públicas de televisão. A TV Senado e a TV Brasil mantêm hoje em suas grades programas exclusivos com as atrações do Clube do Choro de Brasília. E não só levam os shows a telespectadores do Brasil inteiro, como ainda os distribuem aos países da América Latina integrantes do Mercosul e a nações de língua portuguesa espalhadas por vários continentes. Cumpre lembrar que recentemente, em reconhecimento à importância do trabalho realizado pelo Clube do Choro, o Governo do Distrito Federal decretou seu tombamento como patrimônio cultural imaterial de Brasília. E já iniciou as obras de construção da sede definitiva, que abrigará também a primeira escola de choro criada no país, atualmente com 400 alunos. O projeto é do arquiteto Oscar Niemeyer, com inauguração prevista para abril de 2009, durante as comemorações de aniversário da Capital da República Foram realizados 83 apresentações musicais no período de Março a Julho de 2009 (04 por semana), com a participação de 32 solistas e grupos musicais de todo o País, para um público de aproximadamente 21 mil pessoas. Os shows, quando gravados pela TV SENADO, são transmitidos em rede nacional atingindo milhões de telespectadores. Os instrumentistas foram escolhidos entre nomes consagrados e jovens revelações, num trabalho que incluiu também a formação de novas platéias. Cada artista convidado apresentou no palco do Clube do Choro abordagens inovadoras e diversificadas das canções do homenageado Nos últimos 11 anos, cerca de 400 mil pessoas já aplaudiram mais de 900 músicos em quase dois mil shows realizados no palco do Clube, neste que pode ser considerado o mais duradouro projeto de musica instrumental realizado no Brasil. Os espetáculos foram apresentados no Clube do Choro de Brasilia, em sua sede social, com endereço ao Setor de Divulgação Cultural, Bloco G, conforme descrito na programação musical que consta deste relatório. Para pagamento das despesas necessárias à realização do Projeto, foram utilizados, os recursos próprios, enquanto os captados com base na Lei de Incentivo à Cultura, nestes incluídos os recursos liberados pelos patrocinadores, estão ainda, bloqueados na conta corrente especifica aberta   pelo Ministério da Cultura para tal fim. Empreendemos negociações com os fornecedores e prestadores de serviços, parceiros de muitos anos e conseguimos prazo para pagamento dos compromissos assumidos.

2010 - Projeto: BRASILIA 50 ANOS – CAPITAL DO CHORO - Pronac: 097734

Brasília começava a sair do chão, e nas primeiras visitas às obras da futura Capital o presidente Juscelino Kubitschek já trazia com ele o Choro. O violonista Dilermando Reis, autor da valsa “Abismo de Rosas”, um clássico da MPB, acompanhava freqüentemente a comitiva do chefe do Governo. Tinha a doce tarefa de animar as noites do Catetinho, a casa de madeira que JK e seus principais assessores ocuparam durante a construção da cidade. Debaixo do céu estrelado de 180 graus do Planalto Central, os acordes do violão seresteiro de Dilermando Reis compuseram a trilha sonora da cidade que nascia, amenizando a solidão daqueles bandeirantes do século XX. Com o projeto “BRASILIA 50 ANOS – Capital do Choro” o Clube, ao ensejo das comemorações pelos 50 anos da cidade, comemorou também a extraordinária vitalidade que adquiriu aqui este gênero seminal, raiz da manifestação mais rica e expressiva da alma brasileira: a música popular, reconhecida no mundo inteiro como o nosso principal produto cultural de exportação. Em Brasília, o Choro se renovou a tal ponto que, além de se popularizar e modernizar, hoje produz instrumentistas de conceito internacional e é habitualmente tocado em residências, festas, bares, casas de espetáculos, teatros e escolas, bem como em solenidades e recepções oficiais a autoridades estrangeiras no Itamaraty e no Palácio do Planalto. Numa cidade político/administrativa compromissada com a burocracia e a hierarquia — e que durante muito tempo teve a fama de lugar frio, distante —, o Choro tornou-se ainda um fator de aproximação das pessoas e de democratização da convivência, reunindo em torno da mesma paixão musical públicos e instrumentistas das mais diferentes origens, idades e classes sociais. E é justamente o resultado desse fenômeno quase sociológico que o projeto “BRASILIA 50 ANOS – Capital do Choro” demonstrou ao longo de toda a sua realização. no ano de 2010.

Após mais de 30 anos de atividades, tendo consolidado a reputação de “uma das instituições culturais mais importantes do país”, nas palavras do jornalista e historiador musical Sérgio Cabral, o Clube do Choro de Brasília ganhou, finalmente sua sede definitiva, projetada pelo arquiteto Oscar Niemayer para se incorporar à paisagem dos monumentos vivos da cidade. Além de um café-concerto com capacidade para 450 pessoas, o Espaço Cultural do Choro abriga as dependências de uma escola para mil alunos, com salas de aula e cabines acústicas de estudo, e um centro de referência e memória aberto a pesquisadores e interessados, com documentos, livros, fotos, partituras e vídeos que registram a história do Choro no Brasil e em Brasília.

Dessa forma, no ano do seu cinqüentenário, Brasília assumiu de fato a condição de capital cultural do país, valendo-se particularmente da identificação espontânea de seus habitantes com o Choro. Nada mais justo que a cidade planejada, cuja construção representou o maior gesto de afirmação da capacidade de um povo, seja também homenageada por gerar em seus espaços geométricos e monumentos de concreto uma música que, assim como ela própria, tem a pretensão de ser uma síntese generosa do Brasil e dos brasileiros.

                  Para a inauguração da sede e seu primeiro ano de funcionamento, o Clube idealizou o projeto “BRASILIA 50 ANOS – Capital do Choro”. Uma proposta que, não apenas abriu espaço para músicos notáveis revelados na Capital, como também trouxe à cidade alguns dos maiores instrumentistas do país. que ao longo do período de Março a Dezembro 10 meses, traçaram um painel retrospectivo e prospectivo do Choro, contando a sua história e reverenciando grandes nomes do passado, ao mesmo tempo desenhando perspectivas e abrindo possibilidades para o futuro desse gênero indestrutível, capaz de se reinventar permanentemente.

                  Inicialmente previsto para realizar 120 apresentações musicais, com a participação de 40 músicos solistas convidados, expoentes da musica instrumental brasileira, com o acompanhamento de músicos de Brasília foram realizados 157 shows, sempre às quartas, quintas, sextas e sábados, sempre com a presença semanal de um grande nome da musica instrumental brasileira, além de músicos de Brasília.

                  O público alvo atingido está situado entre as faixas etárias de 18 a 65 anos, predominando o pessoal de meia idade, formadores de opinião, estudantes de música, amantes da musica instrumental e o publico em geral. O fato de poder oferecer um preço acessível, que poderíamos até considerar como simbólico, facilita o acesso a todas as camadas da população e os benefícios quanto ao aspecto da cultura são notórios se tomarmos como base a importância dos eventos programados. Ao promover a perfeita interação entre o público e os grupos musicais que se apresentam no Projeto, sobressaem de forma natural e espontânea os benefícios sociais. A música por si só, já executa um papel muito importante na socialização dos indivíduos, o Clube do Choro de Brasilia ao promover ao longo dos últimos 13 anos espetáculos direcionados para a formação de platéia tem obtido excelente retorno. Como beneficio geral podemos considerar o preço do ingresso cobrado para os espetáculos, acessível à maior parte da camada da população, em uma cidade em que os preços do lazer são muito caros. Empregos Diretos: Como beneficio específico, podemos citar o numero de profissionais envolvidos no projeto e por ele remunerados: 80 Músicos, 2 técnicosde som e luz ; 3 produtores; 1 motorista, 2 seguranças, 3 assistentes administrativos; Empregos Indiretos: 10 garçons que trabalham no período de realização do Projeto; 04 vigias de estacionamento; 01 eletricista; 01 bombeiro hidráulico; 01 afinador de piano;

                  Foram realizadas 157 apresentações musicais no período de Março a Dezembro de 2009, com a participação de 76 solistas e/ou grupos musicais convidados de todo o País e do Distrito Federal, para um público de 36 mil pessoas. Os shows, quando gravados pela TV SENADO, são transmitidos em rede nacional atingindo milhões de telespectadores. Os instrumentistas foram escolhidos entre nomes consagrados e jovens revelações, num trabalho que incluiu também a formação de novas platéias.

                  Cada artista convidado apresentou no palco do Clube do Choro abordagens inovadoras e diversificadas das canções do homenageado Nos últimos 11 anos, mais de 400 mil pessoas já aplaudiram mais de 2000 músicos que se apresentaram no palco do Clube do Choro em quase dois mil shows realizados, neste que pode ser considerado o mais duradouro projeto de musica instrumental realizado no Brasil. Os espetáculos foram apresentados em sua sede social, com endereço ao Setor de Divulgação Cultural, Bloco G, conforme descrito na programação musical que consta deste relatório.

2011 - Projeto: CLUBE DO CHORO DO BRASIL - Pronac: 1010989

O projeto CLUBE DO CHORO DO BRASIL trouxe a Brasília nomes consagrados da música instrumental brasileira, além de revelações surgidas nos estados e ainda pouco conhecidas do público. O objetivo de fazer da abertura do Espaço Cultural do Choro, projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer, entregue ao público em 2011, um painel da riqueza, da diversidade e do vigor, não apenas do Choro, mas de manifestações da genuína MPB, foi plenamente atingido, obtendo grande sucesso no âmbito da comunidade Brasiliense e excelente repercussão na mídia.

                                    Foram realizados 161 espetáculos realizados até o final do ano na nova sala de concertos. climatizada, com um amplo palco, espaço para 100 mesas de quatro lugares, mezanino com cabines de som, luz e vídeo, e dois camarins localizados no subsolo. No prédio anexo, que perfaz 1.000 m2, oito salas de aulas receberam alunos interessados em aprender bandolim, cavaquinho, pandeiro, flauta, saxofone, violão de seis e sete cordas, gaita e viola caipira. Outras duas salas abrigarão o Centro de Memória e Referência do Choro, a ser instalado com a assistência técnica da Universidade de Brasília, onde estudiosos e pesquisadores poderão ter acesso a vídeos, discos, partituras e documentos relativos à história do gênero musical que está na raiz da MPB. O projeto musical CLUBE DO CHORO DO BRASIL estave no epicentro dessa movimentação, como galvanizador e foco de atração de alunos, artistas e frequentadores, que poderam se encontrar e confraternizar no grande pátio de convivência ( 500 m2) sob a marquise que liga os prédios do Espaço Cultural do Choro.

                  Com 33 anos de existência, o Clube do Choro de Brasília é a mais antiga e tradicional instituição do gênero em todo o país. Desenvolve também, há uma década e meia, o mais bem sucedido e duradouro projeto de música instrumental já realizado no Brasil. Até agora foram 1.500 shows, envolvendo 2.500 músicos de todas as regiões do país, para uma platéia estimada em 450 mil espectadores, multiplicada pela audiência de emissoras públicas como as TVs Brasil e Senado, que gravam e divulgam os espetáculos para o Brasil inteiro, Mercosul e nações de língua portuguesa.

                  Apesar do sucesso indiscutível, que levou o jornalista e historiador da MPB Sérgio Cabral a qualificá-lo como “uma das mais importantes instituições culturais do país”, o Clube do Choro de Brasília sempre funcionou em situação precária, num prédio originalmente destinado a servir de vestiário para os funcionários do Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Em vista disso, inúmeras adaptações tiveram de ser feitas no correr dos anos, tanto na parte acústica, como na arquitetônica, para proporcionar um mínimo de conforto à platéia e condições técnicas aos músicos. Em 2011, depois de receber do Presidente da República a comenda da Ordem do Mérito Cultural e ser tombado pelo Governo do Distrito Federal como Patrimônio Imaterial de Brasília, o Clube do Choro de Brasília finalmente ganha sua sede definitiva, pelas mãos do gênio Oscar Niemeyer. Como uma forma de retribuição ao trabalho desenvolvido em favor da música popular brasileira, o arquiteto projetou o Espaço Cultural do Choro, que foi construído e entregue pelo Governo do Distrito Federal

                  Com o projeto CLUBE DO CHORO DO BRASIL, o Clube do Choro de Brasília comemora a abertura de sua sede definitiva a artistas de todo o país e ao público em geral, a estudantes e pesquisadores, a aficcionados e curiosos do mundo inteiro, interessados em conhecer a mais genuína manifestação da alma brasileira. Niemeyer projetou, o Governo do Distrito Federal construiu e o Ministério da Cultura dotou o Espaço Cultural do Choro dos equipamentos indispensáveis ao seu pleno funcionamento. Entendemos essas iniciativas, tanto do grande arquiteto, quanto do poder público, como um reconhecimento do papel desempenhado pelo Clube nas últimas décadas. Por isso 2011 foi um ano de festa para todos, Governo, povo e artistas: a música popular brasileira agora Acessibilidade O Espaço Cultural do Choro, Projeto do arquiteto Oscar Niemeyer, foi construido pelo Governo do Distrito Federal no Eixo Monumental, em Brasilia, Distrito Federal, e na sua construção foram cumpridas as determinações constantes da Lei 10.098 de 19 de Dezembro de 2000 que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, regulamentada pelo Decreto -lei 5296 de 2 de dezembro de 2004.

                  O Clube do Choro de Brasilia está situado no Setor de Divulgação Cultural, no Eixo Monumental, local de facil acesso e servido por linhas de transporte coletivo que interligam todas as regiões de Brasilia. Outro item importante que vem garantindo a democratização de acesso é o preço cobrado pelos ingressos, sendo garantida a meia entrada para todas as categorias que tem direito por força de lei, como também aos músicos e estudantes de musica. Do total de 7.320 ingressos gratuitos, 4.320 foram entregues aos patrocinadores a titulo de marketing de relacionamento, 1.000 ingressos distribuídos para divulgação do evento e 2.000 ingressos entre alunos de musica da Escola de Musica de Brasilia, Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello e Departamento de Musica da UNB.

                                                      O projeto teve o seu inicio no dia 16 de Março de 2011 com a apresentação do musico Paulo Sergio Santos, acompanhado pelo regional Choro Livre. Em 10 de Dezembro, sábado, foi apresentado pelo instrumentista Haroldinho Mattos o show de encerramento do Projeto, totalizando 161 espetaculos de musica instrumental, 41 a mais que o previsto na programação original.

 

2012 - Projeto: MEU CARO AMIGO CHICO BUARQUE – Pronac: 119450

Em três décadas e meia de atividades, o Clube do Choro de Brasília passou de local de encontros de músicos e aficcionados nos finais de semana à condição de pólo cultural nacionalmente conhecido e respeitado. Nas palavras do jornalista e historiador da MPB Sérgio Cabral, é atualmente “uma das instituições culturais mais importantes do país”. Através de projetos temáticos anuais, o Clube já homenageou Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Chiquinha Gonzaga, Waldyr Azevedo, Ernesto Nazareth, Villa-Lobos, Ary Barroso, Tom Jobim, Garoto, Radamés Gnatalli e Dorival Caymmi. Todos tiveram sua obra revista e atualizada naquele que se constitui hoje o projeto de música instrumental mais duradouro e bem sucedido do país. Nos últimos 15 anos, o Clube do Choro de Brasília foi palco de aproximadamente 2.300 shows, assistidos por platéias que somadas chegam a 500 mil pessoas, número multiplicado pela audiência das tevês públicas que retransmitem sua programação para todo o Brasil, países do Mercosul e nações de língua portuguesa.

                  Em 2012, para coroar a inauguração do Espaço Cultural do Choro, concebido pelo arquiteto Oscar Niemeyer, pela primeira vez a obra de um criador vivo foi tema do projeto anual do Clube do Choro de Brasília e o nome escolhido, não por acaso, um compositor reconhecidamente influenciado pelo Choro, também pode ser considerado o mais representativo da MPB a partir da segunda metade do século vinte: Chico Buarque de Holanda.

                  Com o projeto MEU CARO AMIGO CHICO BUARQUE, o Clube conseguiu mais do que homenagear esse artista maior, um gênio brasileiríssimo em plena atividade, revelar novas nuanças e destacar a riqueza e a qualidade de sua obra estritamente musical, cuja construção temos o privilégio de acompanhar há quase cinco décadas. Assim o Clube cumpre o desafio de mostrar que, mesmo quando apartada da poesia incomparável das letras, a beleza e a simplicidade das melodias e harmonias de Chico Buarque de Holanda são sempre capazes de nos surpreender.

                  O Projeto MEU CARO AMIGO CHICO BUARQUE propôs a realização de 120 espetáculos, no Distrito Federal, Brasília, com nomes consagrados da música instrumental brasileira, além da participação de revelações surgidas em diferentes Estados e ainda pouco conhecidas do grande público. Outro dos objetivos do projeto era consolidar o Espaço Cultural do Choro, projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer, como local de apresentação de um painel da riqueza, diversidade e do vigor, não apenas do Choro, mas das diferentes manifestações da MPB. Os espetáculos foram realizados no período de 07 de março a 21 de dezembro de 2012 e superaram o numero previsto inicialmente, ou seja, foram realizados 169 apresentações musicais. Foi previsto inicialmente, a participação de 40 musicos solistas convidados de renome nacional, que apresentariam três shows, sempre às quartas, quintas e sextas feiras. Além dos solistas, trouxemos grupos musicais e músicos de acompanhamento que vieram de outros estados, totalizando 103 musicos convidados. O espaço para o musico de Brasilia foi garantido com a abertura do Clube ao sábados, segundas e terças-feiras,   contando com uma presença expressiva do publico brasiliense que prestigiou todo o evento. No total, tivemos a presença no palco de 397 musicos brasilienses que se apresentaram em 46 espetáculos musicais

                  O público alvo atingido está situado entre as faixas etárias de 18 a 65 anos, predominando o pessoal de meia idade, formadores de opinião, estudantes de música, amantes da musica instrumental e o publico em geral. O fato de poder oferecer um preço acessível, que poderíamos até considerar como simbólico, facilita o acesso a todas as camadas da população e os benefícios quanto ao aspecto da cultura são notórios se tomarmos como base a importância dos eventos programados. Ao promover a perfeita interação entre o público e os grupos musicais que se apresentam no Projeto, sobressaem de forma natural e espontânea os benefícios sociais. A música por si só, já executa um papel muito importante na socialização dos indivíduos, o Clube do Choro de Brasilia ao promover ao longo dos últimos anos espetáculos direcionados para a formação de platéia tem obtido excelente retorno. Como beneficio geral podemos considerar o preço do ingresso cobrado para os espetáculos, acessível à maior parte da camada da população, em uma cidade em que os preços do lazer são muito caros. Empregos Diretos: Como beneficio específico, podemos citar o numero de profissionais envolvidos no projeto e por ele remunerados: 500 Músicos, 2 técnicos de som e luz ; 3 produtores; 1 motorista, 2 seguranças, 3 assistentes administrativos; Empregos Indiretos: 10 garçons que trabalham no período de realização do Projeto; 04 vigias de estacionamento; 01 eletricista; 01 bombeiro hidráulico; 01 afinador de piano;                  

                               Foram realizadas 169 apresentações musicais no período de Março a Dezembro de 2011, com a participação de 103 solistas e/ou grupos musicais convidados de todo o País e 397 do Distrito Federal, para um público de 59 mil pessoas. Os shows, quando gravados pela TV SENADO e transmitidos em rede nacional atingem milhões de telespectadores. Os instrumentistas que se apresentaram no Projeto foram escolhidos entre nomes consagrados e jovens revelações, num trabalho que incluiu também a formação de novas platéias.

                  O Clube do Choro de Brasília, a par de ser um pólo permanente de preservação e divulgação da nossa música popular, é também um centro formador de platéias e de novos ouvintes da MPB. Embora conserve um público fiel ao choro tradicional, grande parte de seus frequentadores é de jovens que aprenderam a admirar os compositores nacionais e a gostar das harmonias e melodias que eles fazem através dos shows instrumentais promovidos pelo Clube.

                  Foram realizados os espetáculos programados de acordo com o previsto no Projeto aprovado pelo Ministério da Cultura, sendo superado o numero de apresentações onde figuraram as logomarcas dos patrocinadores e apoiadores, em cerca de 34,1% proporcionando aos patrocinadores maior retorno do seu investimento. As contrapartidas foram integralmente cumpridas pelo patrocinado, sendo confeccionados os materiais de divulgação previstos tais como: folders, painéis, anúncios de jornal, mídia de TV e Radio além da mídia eletrônica e relatorio fotográfico. Inserção de banner do Patrocinador no site do Clube do Choro de Brasilia –além da distribuição dos produtos (ingressos gratuitos) previstos em lei aos patrocinadores, como também aos músicos e estudantes de musica. Os ingressos pagos a preços populares: Inteira R$20,00 e Meia R$10,00. Foram fornecidos os 4.000 ingressos previstos a titulo de contrapartida negocial aos patrocinadores.

2013 - Projeto: Tributo a Baden Powell – Pronac: 128740

Em três décadas e meia de atividades, o Clube do Choro de Brasília passou de local de encontros de músicos e aficcionados nos finais de semana à condição de pólo cultural nacionalmente conhecido e respeitado. Nas palavras do jornalista e historiador da MPB Sérgio Cabral, é atualmente “uma das instituições culturais mais importantes do país”. Através de projetos temáticos anuais, o Clube já homenageou Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Chiquinha Gonzaga, Waldyr Azevedo, Ernesto Nazareth, Villa-Lobos, Ary Barroso, Tom Jobim, Garoto, Radamés Gnatalli e Dorival Caymmi. Todos tiveram sua obra revista e atualizada naquele que se constitui hoje o projeto de música instrumental mais duradouro e bem sucedido do país. Nos últimos 15 anos, o Clube do Choro de Brasília foi palco de aproximadamente 2.500 shows, assistidos por platéias que somadas chegam a 600 mil pessoas, número multiplicado pela audiência das tevês públicas que retransmitem sua programação para todo o Brasil, países do Mercosul e nações de língua portuguesa.

                                    Com a realização do projeto TRIBUTO A BADEN POWELL, o Clube conseguiu mais do que homenagear esse artista maior, um gênio brasileiríssimo batizado com um nome inglês, homenagem do pai ao general britânico fundador do escotismo, e tendo vivido na Europa quase metade de sua carreira, Baden Powell é sem dúvida o mais brasileiro de todos os violonistas. Criador de um estilo único e revolucionário, uma década depois de sua morte continua influenciando cada instrumentista de cordas que faz música popular neste país. Graças a seu talento, só comparável à dedicação sem limites ao violão, ele desenvolveu uma maneira original de compor e tocar, incorporando ao seu estilo elementos virtuosísticos da técnica clássica, o suingue característico dos subúrbios cariocas e as raízes percussivas afro-brasileiras. 

                  O Projeto TRIBUTO A BADEN POWELL propôs a realização de 120 espetáculos, no Distrito Federal, Brasília, com nomes consagrados da música instrumental brasileira, além da participação de revelações surgidas em diferentes Estados e ainda pouco conhecidas do grande público. Outro dos objetivos do projeto era consolidar, definitivamente, o Espaço Cultural do Choro, projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer, como local de apresentação de um painel da riqueza, diversidade e do vigor, não apenas do Choro, mas das diferentes manifestações da MPB. Os espetáculos foram realizados no período de 01 de março a 14 de dezembro de 2012 e superaram o numero previsto inicialmente, ou seja, foram realizadas 195 apresentações musicais. Foi previsto inicialmente, a participação de 40 musicos solistas convidados de renome nacional, que apresentariam três shows, sempre às quartas, quintas e sextas feiras. Além dos solistas, trouxemos grupos musicais e músicos de acompanhamento que vieram de outros estados, totalizando 110 musicos convidados. O espaço para o musico de Brasilia foi garantido com a abertura do Clube ao sábados, segundas e terças-feiras,   contando com uma presença expressiva do publico brasiliense que prestigiou todo o evento. No total, tivemos a presença no palco de 452 musicos locais que se apresentaram no palco do Clube do Choro.

                  O público alvo atingido está situado entre as faixas etárias de 18 a 65 anos, predominando o pessoal de meia idade, formadores de opinião, estudantes de música, amantes da musica instrumental e o publico em geral. O fato de poder oferecer um preço acessível, que poderíamos até considerar como simbólico, facilita o acesso a todas as camadas da população e os benefícios quanto ao aspecto da cultura são notórios se tomarmos como base a importância dos eventos programados. Ao promover a perfeita interação entre o público e os grupos musicais que se apresentam no Projeto, sobressaem de forma natural e espontânea os benefícios sociais. A música por si só, já executa um papel muito importante na socialização dos indivíduos, o Clube do Choro de Brasilia ao promover ao longo dos últimos anos espetáculos direcionados para a formação de platéia tem obtido excelente retorno. Como beneficio geral podemos considerar o preço do ingresso cobrado para os espetáculos, acessível à maior parte da camada da população, em uma cidade em que os preços do lazer são muito caros. Empregos Diretos: Como beneficio específico, podemos citar o numero de profissionais envolvidos no projeto e por ele remunerados:500 Músicos, 2 técnicos de som e luz ; 3 produtores; 1 motorista, 2 seguranças, 3 assistentes administrativos; Empregos Indiretos: 10 garçons que trabalham no período de realização do Projeto; 04 vigias de estacionamento; 01 eletricista; 01 bombeiro hidráulico; 01 afinador de piano;

                  Foram realizadas 195 apresentações musicais no período de Março a Dezembro de 2011, com a participação de 110 solistas e/ou grupos musicais convidados de todo o País e 452 do Distrito Federal, para um público de 60 mil pessoas. Os shows, quando gravados pela TV SENADO e transmitidos em rede nacional atingem milhões de telespectadores. Os instrumentistas que se apresentaram no Projeto foram escolhidos entre nomes consagrados e jovens revelações, num trabalho que incluiu também a formação de novas platéias.

                  O Clube do Choro de Brasília, a par de ser um pólo permanente de preservação e divulgação da nossa música popular, é também um centro formador de platéias e de novos ouvintes da MPB. Embora conserve um público fiel ao choro tradicional, grande parte de seus frequentadores é de jovens que aprenderam a admirar os compositores nacionais e a gostar das harmonias e melodias que eles fazem através dos shows instrumentais promovidos pelo Clube.

                  Foram realizados os espetáculos programados de acordo com o previsto no Projeto aprovado pelo Ministério da Cultura, sendo superado o numero de apresentações onde figuraram as logomarcas dos patrocinadores e apoiadores, em cerca de 34,1% proporcionando aos patrocinadores maior retorno do seu investimento. As contrapartidas foram integralmente cumpridas pelo patrocinado, sendo confeccionados os materiais de divulgação previstos tais como: folders, painéis, anúncios de jornal, mídia de TV e Radio além da mídia eletrônica e relatorio fotográfico. Inserção de banner do Patrocinador no site do Clube do Choro de Brasilia –de lei, como também aos músicos e estudantes de musica. Os ingressos pagos a preços populares: Inteira R$20,00 e Meia R$10,00. Foram fornecidos os 3360 ingressos previstos a titulo de contrapartida negocial.

2014 - Projeto: JOÃO DONATO – 80 ANOS – Pronac: 138142

Em três décadas e meia de atividades, o Clube do Choro de Brasília passou de local de encontros de músicos e aficcionados nos finais de semana à condição de pólo cultural nacionalmente conhecido e respeitado. Nas palavras do jornalista e historiador da MPB Sérgio Cabral, é atualmente “uma das instituições culturais mais importantes do país”. Através de projetos temáticos anuais, o Clube já homenageou Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Chiquinha Gonzaga, Waldyr Azevedo, Ernesto Nazareth, Villa-Lobos, Ary Barroso, Tom Jobim, Garoto, Radamés Gnatalli e Dorival Caymmi. Todos tiveram sua obra revista e atualizada naquele que se constitui hoje o projeto de música instrumental mais duradouro e bem sucedido do país. Nos últimos 15 anos, o Clube do Choro de Brasília foi palco de aproximadamente 2.700 shows, assistidos por platéias que somadas chegam a 670 mil pessoas, número multiplicado pela audiência das tevês públicas que retransmitem sua programação para todo o Brasil, países do Mercosul e nações de língua portuguesa.

Em 2014, o projeto JOÃO DONATO – 80 ANOS, do Clube do Choro de Brasília, proporcionou aos admiradores e também aos que não tiveram o privilégio de conhecer a fundo o trabalho que ele desenvolve há tanto tempo um mergulho em sua obra musical, considerada modernizadora da MPB. Serão 120 shows durante dez meses, protagonizados por 40 dos maiores instrumentistas brasileiros, que vão revisitar e interpretar, cada um a seu modo, um rico acervo de composições em permanente atualização.

Nos últimos 60 anos, a música de João Donato vem derrubando fronteiras, barreiras e preconceitos. Ele começou gravando choro, contribuiu para o surgimento da bossa-nova, passeou pelo jazz e pelos ritmos cubanos. Seu talento, intuição e sensibilidade permitiram que incorporasse elementos das vertentes mais importantes da música popular contemporânea sem perder a originalidade.

Com o projeto JOÃO DONATO – 80 ANOS, o Clube do Choro fez questão de homenagear este extraordinário músico brasileiro enquanto ele está vivo, ativo e criativo, na plenitude de suas potencialidades artísticas. Inclusive, entre outras coisas, para que possa dar pessoalmente sua indispensável contribuição ao próprio evento que em tão boa hora inspirou.

                  O Projeto JOAO DONATO – 80 ANOS propôs a realização de 120 espetáculos, no Distrito Federal, Brasília, com nomes consagrados da música instrumental brasileira, além da participação de revelações surgidas em diferentes Estados e ainda pouco conhecidas do grande público. Outro dos objetivos do projeto era consolidar, definitivamente, o Espaço Cultural do Choro, projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer, como local de apresentação de um painel da riqueza, diversidade e do vigor, não apenas do Choro, mas das diferentes manifestações da MPB. Os espetáculos foram realizados no período de 17 de Fevereiro a 14 de dezembro de 2014 e superaram o numero previsto inicialmente, ou seja, foram realizadas 172 apresentações musicais. Foi previsto inicialmente, a participação de 40 musicos solistas convidados de renome nacional, que apresentariam três shows, sempre às quartas, quintas e sextas feiras. Além dos solistas, trouxemos grupos musicais e músicos de acompanhamento que vieram de outros estados, totalizando 123 musicos convidados. O espaço para o musico de Brasilia foi garantido com a abertura do Clube ao sábados, segundas e terças-feiras,   contando com uma presença expressiva do publico brasiliense que prestigiou todo o evento. No total, tivemos a presença de 462 musicos locais que se apresentaram no palco do Clube do Choro.

                  O público alvo atingido está situado entre as faixas etárias de 18 a 65 anos, predominando o pessoal de meia idade, formadores de opinião, estudantes de música, amantes da musica instrumental e o publico em geral. O fato de poder oferecer um preço acessível, que poderíamos até considerar como simbólico, R$20,00 e R$ 10,00 facilita o acesso a todas as camadas da população sem falar que os benefícios quanto ao aspecto cultural são notórios, se tomarmos como base a importância dos eventos programados. Ao promover a perfeita interação entre o público e os grupos musicais que se apresentam no Projeto, sobressaem de forma natural e espontânea os benefícios sociais. A música por si só, já executa um papel muito importante na socialização dos indivíduos, o Clube do Choro de Brasilia ao promover ao longo dos últimos anos espetáculos direcionados para a formação de platéia tem obtido excelente retorno. Como beneficio geral podemos considerar o preço do ingresso cobrado para os espetáculos, acessível à maior parte da camada da população, em uma cidade em que os preços do lazer são muito caros. Empregos Diretos: Como beneficio específico, podemos citar o numero de profissionais envolvidos no projeto e por ele remunerados: 500 Músicos, 2 técnicos de som e luz ; 3 produtores; 1 motorista, 2 seguranças, 3 assistentes administrativos; Empregos Indiretos: 10 garçons que trabalham no período de realização do Projeto; 04 vigias de estacionamento; 01 eletricista; 01 bombeiro hidráulico; 01 afinador de piano;

Foram realizadas 172 apresentações musicais no período de Março a Dezembro de 2014, com a participação de 123 solistas e/ou grupos musicais convidados de todo o País e 462 do Distrito Federal, para um público de 50 mil pessoas. Os shows, quando gravados pela TV SENADO e transmitidos em rede nacional atingem milhões de telespectadores. Os instrumentistas que se apresentaram no Projeto foram escolhidos entre nomes consagrados e jovens revelações, num trabalho que incluiu também a formação de novas platéias.

                  O Clube do Choro de Brasília, a par de ser um pólo permanente de preservação e divulgação da nossa música popular, é também um centro formador de platéias e de novos ouvintes da MPB. Embora conserve um público fiel ao choro tradicional, grande parte de seus frequentadores é de jovens que aprenderam a admirar os compositores nacionais e a gostar das harmonias e melodias que eles fazem através dos shows instrumentais promovidos pelo Clube.

                  Foram realizados os espetáculos programados de acordo com o previsto no Projeto aprovado pelo Ministério da Cultura, sendo superado o numero de apresentações onde figuraram as logomarcas dos patrocinadores e apoiadores, em cerca de 34,1% proporcionando aos patrocinadores maior retorno do seu investimento. As contrapartidas foram integralmente cumpridas pelo patrocinado, sendo confeccionados os materiais de divulgação previstos tais como: folders, painéis, anúncios de jornal, mídia de TV e Radio além da mídia eletrônica e relatorio fotográfico. Inserção de banner do Patrocinador no site do Clube do Choro de Brasilia –de lei, como também aos músicos e estudantes de musica.

2016 - Projeto: TRIBUTO A PAULINHO DA VIOLA

Paulo César Baptista de Faria, o Paulinho da Viola, 73 anos, é mais conhecido como intérprete e autor de sambas que se tornaram clássicos da MPB. No entanto, ele é bem mais que isso: é autor de choros de sofisticada elaboração e instrumentista requintado ao violão e ao cavaquinho. Deve-se a ele, no início dos anos 1970, o movimento que ficou conhecido como “o ressurgimento do choro”, gênero que estava então confinado a alguns guetos e quintais suburbanos do Rio de Janeiro, cultivado por músicos veteranos e condenado a desaparecer com eles..

 

Paulinho usou sua visibilidade pública para divulgar o choro. Passou, desde então, a ser reverenciado – e gravado – por grupos de choros não apenas veteranos, mas sobretudo os que surgiam em todo o país, entre os quais Os Carioquinhas e o Galo Preto, no Rio de Janeiro, e o Choro Livre, em Brasília. Esteve, inclusive, no show que inaugurou o Clube do Choro, em Brasília, em 1977.

 

É esse Paulinho chorão – instrumentista e compositor – que estará prioritariamente em pauta em 2016. Mas é claro que seus sambas antológicos, influenciados melodica e harmonicamente pelo gênero que aprendeu a ouvir e tocar desde criança, também terão lugar nos espetáculos. Mais do que nunca e acima de tudo, o Clube do Choro acredita que é preciso homenagear o músico Paulinho da Viola, compositor com lugar assegurado no panteão dos maiores da história da MPB, exaltando sua obra única e brasileiríssima, onde o tradicional e o moderno se fundem para formar o clássico e o eterno.