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24/11

DEBORAH VASCONCELLOS

Uma das cantoras mais atuantes no cenário cultural de Brasília, Deborah Vasconcellos mostra uma voz macia, bem colocada e com uma bela dinâmica que guarda a  potência vocal para os momentos certos de interpretação.  Com sua “carioquice” e um jeito brincalhão de menina, Deborah refere-se às cantoras Elis Regina, Leny Andrade, Leila Pinheiro e Rosa Passos, sem revelar porém alguma influência direta.


25/11

JHONINHA MEDEIROS

Natural do Rio de Janeiro e radicado em Brasília desde 2008. Jhoninha Medeiros iniciou seus estudos aos 11 anos de idade com o pai. Logo começou a tocar nos grupos musicais da igreja que frequentava. Sua dedicação no contrabaixo o levou em pouco tempo a gravar com diversas bandas e acompanhar vários artistas importantes no Rio de Janeiro. No Clube do Choro Jhoninha Medeiros apresenta  seu segundo CD autoral.


26/11 a 28/11

EVANDRO BARCELLOS

Evandro Barcellos (Cavaquinho, Violão e Bandolim) iniciou suas atividades musicais em 1972 em bares e restaurantes de Brasília. Participou da fundação do Clube do Choro de Brasília junto com Avena de Castro, Bide da flauta, Neusa França, Simpatia e outros. No Clube do Choro Evandro Barcellos terá a participação do saxofonista Chico Lopes.


03/12 a 05/12

QUARTETO MAOGANI

O Quarteto MAOGANI de Violões é um dos grupos instrumentais mais conceituados no cenário musical popular brasileiro, destacando-se pela produção fonográfica de alta qualidade e a presença constante em concertos no Brasil e no exterior. Criado em 1995, o MAOGANI trouxe para a música brasileira novos caminhos, explorando uma formação instrumental pouco usual no cenário popular.


10/12 a 12/12

ARMANDO MACEDO

"Guitarrista e bandolinista, rei do  carnaval baiano, Armando Macedo é um dos maiores é um dos maiores instrumentistas da historia e um bandolinista à altura do rei Jacob. Tem lugar de honra em qualquer ranking dos maiores instrumentistas brasileiros do século." - Luis Nassif (músico e jornalista) Em comemoração aos seus 50 anos de carreira, Armando Macedo lança o CD "GUIBAI - Guitarra Baiana"


Como nasceu o Clube do Choro de Brasília

A transferência da Capital do Rio de Janeiro para Brasília trouxe para o Distrito Federal uma grande leva de funcionários públicos, entre os quais alguns ilustres chorões. O citarista Avena de Castro, o flautista Bide, o percussionista Pernambuco do Pandeiro, o saxofonista Nilo Costa, o trombonista Tio João e o violonista Hamilton Costa, entre outros, se juntaram aqui à pianista Neuza França, à flautista Odette Ernest Dias, ao percussionista Valci e ao cavaquinista Francisco Assis Carvalho.

Inicialmente, as reuniões aconteciam nas próprias casas dos chorões. Na década de 70, vieram as primeiras apresentações em espaços públicos, com grande sucesso. Um desses shows foi assistido pelo então governador Elmo Serejo Farias, que, empolgado com o que viu e ouviu, cedeu as instalações de um antigo vestiário do Centro de Convenções para as reuniões dos músicos. A partir daí, veio a decisão de fundar o Clube do Choro de Brasília, concretizada no dia 09 de setembro de 1977.

Depois de um início promissor, com a incorporação de jovens músicos da cidade e anos de intensa atividade, o Clube conheceu a decadência. A precariedade das instalações do antigo vestiário, os repetidos furtos do equipamento de som, o rompimento do sistema de esgotos e a falta de uma estrutura mínima para a apresentação dos músicos e o desconforto da platéia acabaram por afastar o público e os próprios chorões. O local ficou abandonado e o Clube do Choro de Brasília chegou a ser ameaçado de despejo. Por fim, tornou-se abrigo de mendigos e desocupados.

 

A Reforma

A reforma da sede do Clube do Choro (1995/1997)

Nessas circunstâncias desoladoras, foi eleita em 1993 a diretoria presidida pelo jornalista Henrique Lima Santos Filho, o Reco do Bandolim. Depois de interromper o processo de despejo no GDF, ele conseguiu, em 1995, a regularização da sede junto à Terracap. E partiu para a recuperação do espaço físico, através de um projeto do arquiteto Fernando Andrade, autorizado pelo próprio Oscar Niemeyer e executado pela NOVACAP. Artistas de renome nacional, como o violonista Raphael Rabello e o bandolinista Armando Macedo, fizeram shows na sala Villa Lobos sem cobrar cachê, com a renda revertida para as obras de recuperação do Clube.

Com a conclusão da reforma, em 1997, a Diretoria do Clube do Choro de Brasília passou a dedicar-se ao trabalho de reaglutinação dos músicos e aficcionados do gênero. Ao mesmo tempo, passou a apresentar ao Ministério da Cultura projetos anuais temáticos, começando pelo de homenagem ao centenário de nascimento de Pixinguinha.

A proposta obteve o beneficio da Lei do Mecenato, permitindo a adesão de patrocinadores como o Banco do Brasil, a ECT e a Petrobrás, que viabilizaram a contratação de músicos da cidade e de outros centros para apresentações semanais. Uma pequena estrutura de produção foi montada, tendo em vista a divulgação do projeto e a recuperação da credibilidade junto ao público, que estivera afastado por longo tempo. A sede passou a abrigar exposições permanentes sobre os músicos homenageados, além de discoteca e videoteca de música instrumental brasileira.

Desde então o Clube do Choro de Brasília vem trilhando um caminho de sucesso. Com shows veiculados para todo o País através das TVs Senado, Câmara e TV Brasil, que alcançam um público potencial de milhões de telespectadores, o Clube forma uma parceria estratégica com a Escola de Choro Raphael Rabello, hoje com cerca de 903 alunos. “A Escola revela talentos e no Clube eles entram em contato com o público, tocando ao lado de grandes nomes da música instrumental e de chorões tradicionais”, diz Reco do Bandolim. “Cumprimos assim o papel de formar e ampliar plateias, criando um círculo virtuoso que vai garantir a renovação e a perenidade do Choro”.

Dezessete anos depois de instituir as homenagens anuais a monstros sagrados da MPB, o Clube do Choro se orgulha de ser hoje uma instituição-referência e de desenvolver o projeto de música instrumental brasileira mais duradouro e bem sucedido do país. Já atingiu a marca histórica de 2.510 shows, envolvendo centenas de artistas de todo o país e assistidos por uma platéia estimada em 632.138  pessoas.

 

Henrique Lima Santos Filho, o Reco do Bandolim

O presidente do Clube do Choro de Brasília, Henrique Lima Santos Filho, o Reco do Bandolim (57), é baiano de Salvador. Chegou a Brasília em 1963, acompanhando o pai, eleito Deputado Federal. Formou-se em Jornalismo e é casado com Maria Aparecida, com quem tem três filhos: Heloisa, Marília e Henrique Neto, este também músico (violonista). Na adolescência, Reco chegou a participar de bandas de rock, nos primórdios do movimento musical que projetaria a cidade na década de 80. Mas a descoberta do bandolim e os discos do mestre Jacob Bitencourt despertaram nele a paixão pelo Choro, e a guitarra foi definitivamente aposentada.

Embora não tenha assinado a ata de fundação, participava do grupo de artistas que deu origem ao Clube do Choro de Brasília, em 1978, e forjou seu estilo em rodas musicais ao lado dos mestres Waldyr Azevedo, Avena de Castro, Odete Ernest Dias, Bide e Pernambuco do Pandeiro. Tem quatro discos gravados, dois pelo setor de pesquisa do Banco do Brasil e dois independentes, entre os quais se destaca o “Reco do Bandolim & Choro Livre”, com mais de cinco mil cópias vendidas.

Depois de um início alvissareiro, o Clube acabou fechando as portas na década de 90, premido por dificuldades materiais e pela falta de público. Ao assumir a presidência da entidade, em 1993, Reco deu início ao processo de recuperação, começando pela legalização da sede do Clube, que chegou a ser ameaçado de despejo. Mesmo sem dispor de qualquer tipo de receita, ele promoveu uma reforma completa dos equipamentos e instalações, mobilizando para isso o governo local e entidades ligadas à vida cultural da cidade.

Após reabrir o Clube e colocá-lo a disposição dos músicos e da comunidade, Reco levantou patrocínios que permitiram a continuidade do trabalho. Resultado: nos últimos 15 anos, centenas de artistas do Brasil inteiro (entre eles Altamiro Carrilho, Sivuca, Paulo Moura, Paulinho Nogueira, Leo Gandelman, Wagner Tiso, Joel Nascimento, Déo Rian, Armandinho Macedo, Cristóvão Bastos, Hélio Delmiro, Paulo Sérgio Santos, Leandro Braga, Zé da Velha, Silvério Pontes e Hamilton de Holanda) já se apresentaram para mais de 632.138 pessoas no palco do Clube do Choro de Brasília.

Vale acrescentar que, em 1998, Reco realizou o sonho de inaugurar a Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, em homenagem ao grande violonista carioca precocemente falecido. É a primeira do gênero do país e iniciou suas atividades atendendo a 90 alunos (com mais de 200 na fila). Hoje já tem 903. Para coroar a iniciativa, o Arquiteto Oscar Niemeyer assinou, em 2004, o projeto da sede definitiva da Escola e do Clube do Choro de Brasília, no Setor de Divulgação Cultural, com o nome de Espaço Cultural do Choro. O projeto foi concluído pelo Governo do Distrito Federal e inaugurado em novembro de 2011 com o nome de Espaço Cultural do Choro.
Além de um moderno conjunto de salas e um café-concerto para 400 pessoas com todo conforto e tratamento acústico, brevemente o Espaço Cultural do Choro terá um Centro de Memória e Referência, montado em parceria com a Universidade de Brasília, e que colocará à disposição da comunidade documentos, discos, vídeos, fotos e partituras que contam a história do gênero em Brasília e no Brasil.

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Projeto João Donato – 80 Anos
Por Clube do Choro de Brasília às 9h01 pm

MINISTÉRIO DA CULTURA, CLUBE DO CHORO DE BRASÍLIA e BANCO DO BRASIL

 apresentam:

 

Projeto João Donato – 80 Anoscapa livreto

João Donato tornou-se unanimidade entre os colegas com os quais conviveu, aqui e no exterior, ao longo de uma carreira iniciada na primeira metade do século passado. Criador de um estilo único, o suingue característico de seu piano é reconhecido de Tóquio a Los Angeles, de Paris a Havana. Mas no Brasil só ganhou popularidade quando as melodias que compôs receberam letras de ícones da MPB e foram gravadas por cantores famosos, como aconteceu com “A Paz”, “Sambou, Sambou”, “A Rã”, “Lugar Comum”, “Amazonas” e “Bananeira”, entre muitas outras.

Em 2014, o projeto JOÃO DONATO – 80 ANOS, do Clube do Choro de Brasília, quer proporcionar aos admiradores desse grande artista (e também aos que ainda não tiveram o privilégio de conhecer a fundo seu trabalho) um mergulho na obra musical que construiu, considerada modernizadora da MPB. Serão 120 shows ao longe de dez meses, protagonizados por mais de 40 dos maiores instrumentistas brasileiros, que irão revisitar e interpretar, cada um a seu modo, um rico acervo de composições em permanente atualização.

Nos últimos 60 anos, a música de João Donato vem derrubando fronteiras, barreiras e preconceitos. Ele começou gravando Choro, contribuiu para o surgimento da Bossa-Nova, passeou pelo Jazz e apaixonou-se pelos ritmos cubanos. O talento e a intuição permitiram que incorporasse ao seu trabalho elementos e influências das vertentes mais importantes da música popular contemporânea sem jamais perder a originalidade.

Com o projeto JOÃO DONATO – 80 ANOS, o Clube do Choro faz questão de homenagear este extraordinário músico brasileiro enquanto ele está vivo, ativo e criativo, na plenitude de suas potencialidades artísticas. Inclusive, entre outras coisas, para que possa dar pessoalmente sua indispensável contribuição ao próprio evento que em tão boa hora inspirou.





Sentida homenagem ao artista plástico Glênio Bianchetti na inauguração do projeto “João Donato – 80 Anos”.
Por Clube do Choro de Brasília às 7h14 pm

O presidente do Clube do Choro, Reco do Bandolim, inaugurou o projeto
João Donato – 80 anos, na noite da última quarta-feira, 19 de fevereiro,
com uma sentida homenagem ao artista plástico Glênio Bianchetti:

“Boa noite, amigos do Clube do Choro.

O Brasil perdeu esta semana uma de suas maiores expressões da pintura
moderna. Morreu ante-ontem aos 86 anos e foi cremado hoje o pintor
Glênio Bianchetti. Ele dizia: “cor é luz e luz é vida”. Fomos vizinhos
na 305 Sul. Meu irmão Ivan e eu ficamos amigos dos filhos dele, e
queremos levar nosso abraço a Dona Ailema, a viúva, e através dela nos
solidarizar com os seis filhos e dezesseis netos do casal.

Para além da importância que teve e continuará tendo nas artes
plásticas do País, Bianchetti foi um ser humano generoso, comprometido
com as causas sociais de nossa terra. Um brasileiro integral, voltado
para nossa gente, que fazia arte de ponta. Junto com Niemeyer e tantos
outros, foi um dos fundadores do Instituto Central de Artes da
Universidade de Brasília, a convite de Anísio Teixeira e Darcy
Ribeiro, em 1960, e todos acabaram demitidos pelo golpe militar. Mas
nunca se deixou abater. Com seu pincel encharcado de brasilidade, ele
edificou uma obra única, de extraordinário valor, que todos nós
reverenciamos.

Com a partida de Bianchetti, o Clube do Choro perde um dos parceiros
mais sensíveis na construção da alma desta Cidade. Ele era um
humanista, um aglutinador, agregava as pessoas para sonhar junto um
Brasil colorido, harmonioso, mais feliz e menos injusto. Tornou-se uma
referência cultural para os seus contemporâneos. Por isso, antes de
desfrutarmos daqui a pouco a maravilha musical que é o João Donato,
peço a todos vocês um minuto de silêncio, justa homenagem ao artista,
professor, cidadão e amigo de Brasília Glênio Bianchetti. Obrigado”.



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Grupo Choro Livre se apresenta em Frankfurt
Por admin às 3h14 am

Chorinho-na-Terra-de-Bach-12




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